
Como estavam ambas muito desinibidas,as duas amigas não se preocuparam com a escolha do local.
Uma já estava sem cuecas, levantou as saias e mijou de cócoras, a outra desde que se apercebera que a amiga estava sem lingerie, tinha o desejo de tirar a sua, imitou a amiga, retirando as cuequinhas de renda, de vermelho vivo.
Como tinha bebido mais que a amiga, teve mais dificuldade em manter uma posição digna!
Enquanto o fazia, com o vestido completamente levantado, deixando o luar iluminar-lhe a cona, constatou que a amiga a observava atentamente, sentiu uma estranha sensação, mas não escondeu um sorriso de satisfação, face ao interesse da amiga pela sua cona.
Ao perceber que a amiga a estava a ver, sem deixar de olhar para ela, comentou que estava encantada com o facto da amiga ter depilado toda a cona, mais encantada ficou,ela disse e mostrou, que também depilava o cú.
Não conseguindo deixar de olhar para ela, fixando, amiúde, o olhar no clítoris, que continuava duro e desejoso de prazer.
Pediu para passar a mão pelas virilhas e barriga da amiga, de forma a perceber a sensação de uma cona absolutamente depilada.
Ela deixou.
Foi nesse momento, que reparou num jipe que estava estacionado a pouco metros, no seu interior, um jovem casal mandava uma grande foda.
Os seus olhos, bateram nos olhos do homem que fodia, que, naquele momento, enquanto penetrava a sua parceira, fixava as duas amigas.
Atrapalhada, retirou a mão da amiga e, com a cabeça, apontou para o jipe.
No banco traseiro, um casal fodia; ela, de costas para ele, com a cabeça entre os bancos traseiros, acariciava a mama esquerda, enquanto ele, por trás de si, a fodia, provavelmente no cu.
Neste momento, já os dois olhavam as amigas, que retribuíam o olhar.
Sem esboçar uma reacção, não tendo discernimento para baixar o vestido, pelo que a sua cona rapada continuava visível; o álcool, o calor, a tesão, o facto de ter mostrado a cona aberta e com tesão a uma mulher, a vontade de foder e, por fim, ver um casal em plena enrabadela, tinham um efeito avassalador.
A amiga reagiu de forma bem diferente, o álcool tinha sobre ela um efeito fulminante, deixando-a absolutamente excitada é desperta para experimentar as mais inusitadas fantasias sexuais, ao deparar com os olhares do casal, em plena foda, deixou cair as alças do vestido, deixando-os contemplar os seus fartos seios, com os enormes bicos duros, simultaneamente, levantou o vestido, massajando o clítoris, levando posteriormente os dedos molhados aos lábios e seios.
Agora era a vez dela observar o corpo desnudado da amiga, olhar para ela, nua, tocando na cona, de seios excitados, incomodava … o facto de ter prazer em observa-la, deixava a inquieta e apreensiva, nunca na vida tinha sentido qualquer atracção por uma mulher, adorava homens, não fantasiava uma relação íntima sem um caralho presente, mas não conseguia desviar o olhar do corpo da amiga, sentido-se particularmente atraída pela cona, agora aberta e com um dedo todo enfiado.
Do jipe, chegavam gritos de prazer, cada vez mais sonoros e ofegantes; o balançar agitado do jipe, indiciava que o rapaz se aproximava do orgasmo, continuava imóvel, enquanto a amiga se aproximava cada vez mais do jipe,era indisfarçável que ela estava a adorar masturbar-se para o casal que fodia.
(Estas passagens que aqui transcrevo são de um conto erótico de um amigo,eu reorganizei e tirei ou acrescentei algum texto)